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Por que método Marie Kondo não faz sentido para a realidade brasileira, segundo neurocientista

A moda da arrumação está em todos os lugares - você já deve ter ouvido falar de alguma dessas "tendências".

Por que método Marie Kondo não faz sentido para a realidade brasileira, segundo neurocientista

O “minimalismo” – popular entre os milionários do Vale do Silício – prega ter o mínimo possível de roupas e utensílios domésticos.

O método da guru japonesa Marie Kondo – que virou um fenômeno após o lançamento de uma série no Netflix – prega analisar suas coisas uma por uma, jogar fora tudo o que “não dá alegria” e arrumar minuciosamente o que sobrar.

Todas essas ondas se propõem a melhorar o bem-estar das pessoas por meio da forma como elas lidam com seus bens materiais e com a organização do ambiente.

Mas será que arrumar nossa casa tem realmente o poder de colocar nossa cabeça em ordem?

Para o professor de neurociências Álvaro Machado Dias, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), existe uma relação entre o ambiente e nosso estado mental, mas as modas de arrumação nem sempre são boas pra todo mundo.

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